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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Escrever sobre o suicídio e escrever sobre a vida de quem ficou.

Suicídio = um ato impróprio que visa remover o ser da consciência, mas que na inconsciência reflete uma vontade maior que a de mostrar sua voz..
Um exemplo que se pensa dar...
Um caminho insólito e solitário quando se quer fugir do âmago da questão e se acha incapaz de encarar a própria morte. Mas o que é a propria morte? É morrer como define a medicina, ou como apregoa a Biblia e as religiões?
O fato é que o suicídio está intimamente ligado à Morte.. mas é uma ligação cabal do ponto de vista físico e, virtual do ponto de vista emocional...
Querer viver a morte com a esperança de reviver uma nova vida, como uma nova pagina branca. Talvez seja a grande vontade, ou o gatilho que dispara a ação em direção à disparar o gatilho da arma de fato.
É interessante e ao mesmo tempo  enojante, longe de ser um justo ato em direção à um descanso justo .
Mas como sempre foi e como sempre será o suicídio somente será visto e comentado e escrito pelos que ficaram e não pelos que partira... As tentativas não contam, porque na maioria das vezes apenas visam chamar a atenção e provocar clamor popular.
Na verdade Léa eu espero que em sua nova sala, com uma nova atribuição, como novas tarefas e afazeres lhe sobre um tempinho para fazer academia, se tornar linda todos os dias e me ajudar a refletir sobre a vida.
Recebi seu email “.Leo estava vendo um documentário sobre uma modelo que virou atriz e escritora que suicidou depois q seu namorado suicidou de amor por ela. Ate hoje nunca vi leitura que explica o que realmente o suicídio. Ninguém conseguiu chegar no âmago de uma pessoa suicida. Só existem apenas questionamento de indignação..... Mas um dia vou escrever sobre isso.
Enviado via iPad    .
  Voce é muito chique mesmo, envia o enviado pelo iPad..(até parece coisa de viado elegante ou mesmo mulher  operaria que se desdobra  em mil dobras pra conseguir suas conquistas... e que conquistas.... você vai se tornar uma magra feliz... tenho fé. Eheheheh.
Mas voltando ao assunto do defunto que se matou  não haverá quem o justifique, mas justificado é preciso  estar a morte, para que ela possa viver tranquila em sua existência.
Com paciência, diante de minha experiência de vida , acho que tenho que aceitar o fato de que, quem se mata, não suporta que lhe maltratem,ou destratem, como o bulling, ou a discriminação, ou como a violência de um um ignorar eterno... como se nada pudesse fluir de bom daquele ser, enquanto vivo.
Sabe Léa, não vou experimentar a sensação de me matar, para  escrever sobre o suicídio em uma outra vida, e talvez num momento em que ele não tenha mais significado algum.
Para a natureza é normal a existência do suicídio e do suicida, veja os elefantes que quando se veem perto do final da vida procuram um lugar para suicidarem-se. Veja as baleias... que procuram na imensidão do oceano dar o recado onde os homens possam vê-las.
É um recado que estão dando... é uma forma de exteriorizarem o que de concreto pode ser estereotipado pela mente humana, a respeito de um ato cabal... o fim da vida.
Mas não se saberá nunca o que de verdade passa pela Mente do suicida. O pouco que se sabe é através dos que ficaram e não foram buscar a propria morte... é um grande vazio.
Um grande vazio para quem fica e para quem se suicida.


Léo s. bella

Sabe Léa, falar sobre pós-modernidade e´como falar sobre quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?

Pós- modernidade!!!!

Que tempo é este?
Que espaço é este?
Quais os traços, quais os laços...e, com quantas tintas se preenche o espaço branco e imaculado que o homem traz ao vir o mundo?
Não são artistas apenas que pintam neste espaço... são putas, meretrizes homens sem diretrizes, diretrizes sem nexo, mulheres sedentas de sexo,  artistas, médicos, economistas, crianças consumistas, enfim seres humanos que  induzem à Fé, quem nunca foi descrente,  ou sempre esteve ausente,ou, doente.
Entenda que para viver além do que se sabe, é preciso não ter sabedoria, nem idade, ou seja, qualquer mentira serve de pano de palco para o artista dar realidade à peça que vive.
Então pós-moderno talvez não seja um tempo, mas um terno... ou o eterno traço de um abraço que aconteceu e agora flutua num vazio, sustentado pela saudade e lembrança enquanto a primeira pá de cal cobre a urna...
Ao pé da letra, pós–moderno talvez queira designar o que se foi pelo que se viveu e porque se lutou e se partiu...
A modernidade entretanto pode não ser dolorosa, mas o “pós”, que  é uma releitura fria do que se viveu...pode estar além do que se foi ...E, na saudade viver o que nunca foi possível ser vivido.
O que importa é que nunca houve e,tampouco haverá um ante-moderno, pela complexidade da linguística ou mesmo pela impossibilidade de viver o amanhã antes do hoje, ainda que se inverta tudo na vida, o tempo tem um sentido único, e uma única direção...
Esta mão de única via é que  torna enfática a frase “ sempre haverá um amanha”, ainda que ele não possa haver.
Então sempre haverá de existir em primeiro plano uma união para poder existir uma separação, pois nunca se separa o que nunca foi unido.
Reflita, se for possível e mostre a si o verdadeiro sentido de sua vida se for capaz...
Léo s. bella

domingo, 29 de maio de 2011

Qual é a etimologia de pós-modernidade?

 Ao lento no tempo como vento
Devagar tento no ar colocar as idéias
Mas não desisto, me aqueço sobre a terra
Cansada, no caule da árvore me encosto
Adormeço no frescor das sombras das copas frondosas
Descanso, acordo inspirada
Reflexiva sobre o sentido do tempo
Percebo os verdes engolidos pela pós - modernidade
Jardins em flores sob massa de concreto
Mal feitores os humanos estão, vivem o gosto da ambição, luxúria, cobiça, inveja, gula, orgulho, raiva e preguiça.
Medos e enganos sempre foram à base de justificativas para a decadência humana.
Ser que pensa sem exaurir o sentimento puro, lúdico de construir e viver a vida em curvas com o amadurecimento.
No intento não invento, humanos desintegrado, desvitalizado e deteriorado.
Homens objetos- homens robóticos
Prédios nos lugares das árvores
Vida sem histórias, contos, causos, estórias, prosas.
Extinção da voz que narra à memória viva da existência humana
Devassa ciência e tecnologia, no poder da engenharia, criam-se doenças- antíditos e vírus-anti-vírus.
Seu próprio prejuízo se dá ao próprio benefício.
Capitalismo, memória ativa do homem
Homem de aço, chip de memória
Era do templo tecnológico
Pós-modernização surgiu ao fim da guerra fria
Quebra do muro de Berlin
Mãos que afagam o gosto da violência
Textos e teorias nada se explicam ou pelo menos sugeri um nome para pós-modernidade
Apenas o senso comum busca em sua subjetividade perceptiva tentar nomeá-la
Tempo é esse.... desconhecido que assola o homem em trapos e farrapos
Tempo Sem gosto, sem saber, sem espaço-temporal, sem reconhecimento de Ser o que, sem sentido do que é ser pra que...
Tempo que se têm tudo, mas não se tem nada...
Tempo que se vive nele o tudo do nada
Tempo pós-moderno não se tem tempo... prá.... Integralizar, socializar, amar, curtir, construir
Tempo sem tempo para ser pessoa ser mãe, ser pai, ser família, de ser amigo...
A pós-modernidade, é o anonimato do vazio existencial
Será que o homem é simbolicamente como uma folha em branco?
A pós-modernidade Tem o domínio de preencher o que quiser?
Pós-modernidade é a lobotomia que faz ação na mente humana?
Pós-modernidade espaço cheio de emaranhados a fios que enrolam o tempo do homem
Pós-modernidade é o tempo da desumanização.
Qual é a etimologia de pós-modernidade?
qual é o sentido da pós-modernidade?
É a ação de iludir o outro, iludindo a si mesmo? Instinto de sobrevivência?



quinta-feira, 26 de maio de 2011

espelhando a reflexão

 Uma Proposta implica uma resposta!
Ser igual sem ser passional e sem deixar de ser  racional.
A mímica que induz,
Seduz e traduz o bailar do sexo
em algo sem nexo, quando se quer ver e sentir o que se pode viver além da morte.
Não sei se é porque Alma e corpo, ou Corpo e Alma é apenas uma ancoragem nesta vida.
Ou seja, uma forma de vida peculiar para um determinado momento dentro de um espaço, dentro de um único tempo.
Viver é refletir; é transparecer ,é ir além do lugar comum ou mesmo de ficar em comum em cima do muro.
Léo s. bella

O contrário... não o avesso!!!!



Não basta ser contra pra contrariar como não basta ser o avesso para ir contra...
É desta forma que a vida se desenrola dentro de seus pensamentos e você não percebe que a cada momento esta vivendo um momento único... um único momento...
Mas para contrariar todos os ditames, um momento único nem sempre é inesquecível, nem sempre é imprescindível, nem sempre é necessário para a vida , mas é sempre necessário para forjar o individuo, e marcar a individualidade dentro do ser.
Observando a similaridade das ondas do mar, é possível dizer que nunca existirão duas ondas iguais, exatamente iguais, da mesma forma que nunca existirão duas pessoas exatamente iguais, se forem observadas apenas pelo lado exterior.
Porém como a interioridade é o que menos pesa na balança da vida, pois o que se mostra é o que abre todos os caminhos, acho que a identidade  entre duas pessoas é impossível...
Mas quem se importa com isto não é Léa?
Quem se importa com a vida do outro que corre atrás daquela porta...?
Apenas os fofoqueiros de plantão e. eles vivem ávidos de noticias ou até mesmo de motivos para justificarem seus dias de ócio...afinal o que buscam é nada mais , nada menos do que “traição”...
Não uma traição qualquer, mas uma traição de fato que seja o contrario do estar bem, viver em harmonia, viver em coesão...e seja contraditória ainda que com a verdade existencial e real... procuram por uma traição carnal como se isto lhes fizesse o maior bem do mundo...
Que traição é maior do que a do pensamento, aquela que quebra todos os juramentos e no silencio da noite, ou na calada madrugada murmura entre dentes juras de perjúrios ardentes.
A vida se traça num tempo sem espaço, mas se desenrola num espaço com tempo definido, talvez por isto os desencontros entre a veracidade do que se vive e a realidade pretendida seja tão diferente...
Este é o avesso do contrario, onde o que se pretende não é o que se pode suportar, mas o que se supõe desejar...
O desejo é a suposição de que o caminho é reto e infalível então, talvez por isto se deseje tanto, se queira tanto nunca errar.  Mas no avesso, no contrario, tudo ocorre dentro de espaço tão estreito que qualquer deslize é um erro...
Mas reflita, minha querida amiga porque em seu caminhar ainda serão encontrados muitos pedaços de caminhantes errantes, malditos pela fama, porém benditos pela Fé e coragem de sempre serem pioneiros.
Então, quando encontrar estes pedaços, que não são restos, mas são pedaços de vida, pedaços de comprometimento e de realização de uma convivência reta entre  um corpo e uma mente, se relacionando com corpos e mentes, você terá a certeza de que estes pedaços serão apanhados e usados por aqueles que querem construir efetivamente o contrario do que o errado fez.

Léo s. bella

terça-feira, 24 de maio de 2011

Uma face desconhecida, não esquecida!!!




Verdade ou mentira, o que assola?
O que consola a dor de não ter conseguido chegar ao fim pelo cansaço da caminhada?
O que desfaz o nó na garganta quando a tampa do caixão se levanta e se reconhece ali, o próprio filho?
Não são meros fantasmas que vivem de assombrar, algum assobradado, ou mesmo uma casa abandonada... pois, quem se vê abandonado é um ser vivente sem coração, sem fé, sem ilusão... sem conta bancária, sem cartão de crédito, às vezes contando apenas com um celular sem creditos para falar, mas que ainda pode receber alguma noticia  da vida de quem caminha distante do lar...
 Todas as mães estão à espera de ver um celular tocar.
Muitas ainda mantém próximas um celular sempre carregado e pronto para receber uma ligação a cobrar... mas esta ligação não vem... nunca mais virá... e ela nunca mais ouvirá... ser chamada pelo nome que Deus lhe deu... mãe!!!
Simplicidade, na verdade é o que implica e fazer que o replicante não seja somente o carente, mas também, o descrente o doente, o neurótico que se reconhece e o que não é reconhecido como humano, ou capaz de vingar na luta pelas conquistas da vida.
O hipertenso ainda conta com  carinho e compreensão do outro, mas o caótico é o psicótico que não conta sequer com algo mais do que a desconfiança, ou nenhuma fiança de que possa um dia se sentir útil e não usado, como quando se sente algo além de um tapa na cara, ou, um chute na bunda... e também porque nunca será reconhecido como hipertenso, ou diabético... No entanto é patético como ele se reconhece, porque nunca se esquece, nem se abandona, mas se encara, com apenas a única cara que tem e busca seguir levando a única vida que sabe...
Neste imundo circo mundano, desumano e irreal onde para ser normal é preciso aceitar a morte violenta  como uma forma de purgar os pecados do mundo, todos caminham cagando fezes  fedorentas e, fedendo após as suas mortes... não importa se neuróticos, psicóticos, ou arquétipos de psiquiatras que apenas se sustentam pelos diplomas, não pelo saber que detém sobre a vida humana....
Carl Jung , insinuou, ousou, e não foi contestado no que arrojou mentalizar, porque afinal a Mente de quem brilha tem seu brilho por ser diferente, apenas.
Mas os traços de meu rascunho não são posicionados sobre a ciência apenas, ou, sobre a necessidade que se tem de sobreviver à propria morte antes da vida acabar...
Uma Mãe, assim, poderia talvez um dia, abraçar com fé o filho adoentado em sua Mente como se não fosse um Ser estranho à este mundo... porque ao invés de lhe cobrirem de oportunidades para que ele pudesse se resolver, cobriram-no com medicamentos e precauções para que  ele nunca seja um Vivente, mas que viva como vegetal...
Assim a face que o homem mostra quando mascara a vida  e a outra face de quando encara o problema...
Resta saber, se nesta caminhada fortuita onde a luz não se faz pelo mero acaso, se ainda nascerão seres especiais capazes de amar e viver dignamente de forma diferenciada, não segregada ou discriminada...
Sabe Léa, a capacidade de quem confere a sanidade ao outro muitas vezes é questionada, porém quase nunca relevada... é como o Pai que pode ser preso por falta de pagamento de pensão alimentícia e nunca sequer ter sido condenado por ter bulinado e violentado seu filho de 3 ou 4 anos...
Léo s. bella

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O sem sentido que dá sentido as raízes patológicas

Aqui estou iniciando esta escrita e pensando o que escrever.... Mas por alguns dias fiquei no meu silêncio, passeando pelas ruas escuras do pensamento e percebi como a mente humana é facilitadora de fantasiar, vivenciar os três tempos de um tempo, trajado de anônimo, sem titubear aos limites e a tudo que antecede aos devaneios dos sentimentos que assolam os escombros dos neurônios, aos disparos, cada vez que a lembrança marca presença.
Nesta caminhada conheço diversidade de caminhos nomeados lúdicos, perversos, agressivos, depressivos, evasão do vazio, alucinação e delírios. Patologia são diagnósticos e prognósticos sempre quando o homem em busca de si encontra como respostas. É percebido quanto mais ando e aprofundo menos sei alcançar o que é compreender o normal, o que é comum ou que é patológico.
Certa vez li uma frase de um autor que disse: “O neurótico constrói um castelo no ar. O psicótico mora nele. O psiquiatra cobra o aluguel.” Perquirir tal citação é percebi a fusão espiral da fantasia e realidade, do bem e o mau, do ser e não ser, do ego e alterego. O movimento dialético se faz o léxico da linguagem humana. As palavras fazem a ação e a ação faz a força ao sentido das palavras sem nexo.
O neurótico, o psicótico e o psiquiatra são os três grandes personagens, identidades que rege toda estrutura intrínseca da mente humana. Na particularidade do desejo de tais identidades vão se alojar e atribuir ao seu mundo que o circunda de acordo com sua intencionalidade.
Não vejo validade e segurança quando leio alguns pensadores da mente humana caracteriza o neurótico de muita fala e pouca posse da ação, pois se faz de si o juízo maior, centrado ao seu discernimento e o psicótico sem sentido e valor da razão lógica toma como ação livre todo o poder de ação patológica. Considerado como perdido da realidade e do bom senso.
Será que para o neurótico matar é apenas uma probabilidade, mas acaba nas convulsões de pensamentos e ação mobilizada? Qual é a realidade do neurótico?
Será que o psicótico não diferencia do ato da personagem psicopata? Ele é frieza emocional ou ausência emocional?
O psiquiatra é o maestro de ação indutiva para caracterizar o que é normal e o que é patológico? O neurótico e psicótico se fazem psiquiatra de si para conduzir os instintos de sobrevivências.
Escorre pelos dedos todos os acervos que me traz todo o sentido do não sentido.
Cada sujeito carrega dentro de si estes três personagens de acordo com sua conveniência, intolerância e se encarna da personagem que lhe for mais propício para enlaçar seus interesses e intenções.
O sujeito constantemente passa pelo o estresse do desafio crítico se perceber e vivenciar em seu espaço-tempo ( como eu sou, quem eu sou, o que quero, o que faço, o que deixo ou devo fazer, pra que vivo no tempo, tempo de hoje, de ontem, do futuro, tempo de morrer, tempo de dormir, tempo de comer, tempo de sentir e ter o tempo para mudar o mundo, mudar as pessoas e mudar a si...). Desafio crítico que se usa a ampulheta no espaço atemporal.
Percebe-se que cada um desses personagens tem uma sala na mente do sujeito, eles não se misturam, não trabalham juntos, tecnicamente isolados. Para conseguir o equilíbrio mental dependerá da autonomia, autenticidade da cada ser assumir o raciocínio puro para não alimentá-los... Aqui entra a crise do desafio crítico............
Cansada paro no meio desta caminhada sem conclusões precisas e lógicas para o leitor. Apenas borbulhei neste espaço virtual o sem sentido que dá sentido as raízes patológicas, não se explica e nem se justifica o seu verdadeiro núcleo de sentido. Alguém se explica? Como você se explica? Como você se define como o Ser e o Ter?

terça-feira, 10 de maio de 2011

uma reflexão





Não me preocupo em acabar com a violência, me preocupo em não ser acabado por ela.
Logo que saí de casa, me deparo com um hospedeiro, que se apoderou de um buraco no velho muro..
Não é um conquistador qualquer, mas um ser da natureza que parecia alegre demais por ter se apossado de um buraco, um buraco no reboco do muro.
Estranhamente não fiquei triste com o intruso, porque senti nele uma vontade muito grande de viver, sem incomodar ninguém...
Ele estava lutando silenciosamente pela própria vida sem fazer alardes nem preocupar ou incomodar ninguém com faixas, microfones, alto falantes, nem com “slogans”, palavras de ordem de um sem terra.
Talvez ele quisesse me ensinar com aquele jeito simples algo como: “a luta não vale a pena ... ou a guerra somente beneficia uma elite...
Mas não foi esta a lição que eu aprendi, porque afinal o hospedeiro apareceu exatamente no dia das Mães, com cara de violeta, uma florzinha que é tão comum e carente de cuidados especiais como as Mães....
Mas será que ela vai sobreviver naquele pequeno espaço, ou devo transplanta-la em um vaso???
Esta foi a minha preocupação desta manha... Não cheguei a nenhuma conclusão, pois se a deixo lá pode morrer por falta de água e frio... e se a transplanto para um vaso ela pode ficar protegida... mas será que ela quer ser protegida ?
Será que para proteger é preciso esconde-la?
Acho que ninguém deve se esconder, afinal cada vez que uma pessoa se expõe, mas ela ensina e aprende com as suas expressões... e assim da mesma forma devem ser as plantas... elas precisam do ar natural... precisam sentir o frio e o calor... precisam serem admiradas, porque senão pra que lhes serviria a vida?
Assim creio seja esta plantinha que se instalou num buraco do reboco do muro.
O que você acha que deveria acontecer se você fosse a plantinha?
E se você não fosse a plantinha o que você faria?
Neste embate de ideias, inicia-se um confronto de ideais que pode se transformar em um embate belicoso...
Muitas guerras começam por Nada...
Se alguém puder me responder, talvez seja o início de um confronto de ideias que nos leve a ser amigos... e, então lutarmos pelos mesmos ideais.

Léo s.bella

Será que finalmente conseguiremos acabar com a violência?


A violência está sendo assistida pela humanidade desde que existe conhecimento humano e que o mundo existe, aliás, temos registros bíblicos das passagens de violência como as histórias do anjo mau causando encrencas, sendo o Satanás contra vida de Adão e Eva, Abel e Caim, os anjos que tiveram desejos carnais pelas mulheres lindas que avista sobre a Terra, no desejo tirânico, se apossaram de corpo físico para possuí-las sexualmente, logo o feito, os anjos se mandaram deixando aquelas mulheres com os filhos, gigantes, fortes, maldosos que violentava as pessoas e também temos documentado sobre Sodoma e Gomorra que seus habitantes foram destruídos por Deus devido a prática de atos imorais, libidinosos e como também a cabeça de João decapitada para realizar o desejo da aniversariante. Todos foram crimes hediondos da época. E não diferença do que vivemos hoje, pois este passado se faz no tempo presente de todos nós.
Às vezes me pego a pensar em um velho ditado que escuto desde criança: “Violência gera violência”. Não tenho como argumentá-lo ou contrapô-lo, pois é um fato, até comparo como um “efeito dominó”. Solução para o crime existe? “Diga não a violência”..... Acho que tá mais fácil para a campanha dar certo se mudar o eslogan para: “Violência combate violência”. É uma frase que combina com o que estamos vivenciando no momento...... Apenas para reflexão deixo abaixo um anúncio:
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um pronunciamento na noite de domingo (madrugada de segunda-feira em Brasília), anunciando oficialmente a morte do terrorista saudita Osama bin Laden, líder da Al-Qaeda. “A justiça foi feita", anunciou. "Depois de um esforço muito grande, nós conseguimos”. (fonte:http://www.band.com.br/jornalismo/mundo/conteudo.asp?ID=100000426911).
Será que finalmente conseguiremos acabar com a violência? Finalmente conseguimos acabar com líder terrorista? Não haverá o próximo, o substituto?

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pimenta no cú dos outros é refresco!

Léa, vamos ao trabalho, falar do que importa, porque existe uma porta que separa o novo do antigo, o futuro do passado e que nunca  será aberta para quem a ultrapassou...
Morrer... definitivamente não é morrer de rir, nem morrer de comer, nem morrer de esperar... mas objetivamente é apenas e simplesmente morrer, se tornar inerte para a vida... é ausentar-se definitivamente do corpo físico...
Pensando nisto e desta forma, acho que é preciso entender quem nos faz morrer de rir, para depois nos deixar morrer pelos cantos ... caído, muitas vezes em plena rua, sem assistência e sem ter ao lado sequer uma mão para estender um pano por cima...
Não estou transformando este texto, numa estória trágica, nem o meu objetivo é sensibilizar você para solidarizar-se com quem não conhece... meu objetivo é simples... talvez muito mis simples do que você possa imaginar...
Mães  grávidas, o cigarro as matará  de enfisema pulmonar, porém, este feto que você carrega tem todas as chances de morrer de câncer... mas antes vai sofrer muito... talvez quando tiver entendendo o que seja vida já não tenha saúde para continuar vivendo.
Mas eu sei que é difícil mesmo, porque dentro do egocentrismo que as pessoas vivem elas são imediatistas e não sabem (nem querem saber) que a vida é feita de um passo após o outro, como uma construção se faz de tijolo a tijolo.
O mesmo argumento que a Mãe usa para não parar de fumar o Pai que abusa sexualmente  do filho , também usa... Ele acha que o filho é propriedade dele e que o tempo cura tudo....
Será??????
Será que o tempo cura tudo?  Até quando os pais continuarão cometendo o incesto? Até quando será preciso punir com cadeia este  desequilibrados?
Pelo jeito é um bom negocio abusar do filho porque de alguma forma ele consegue um tratamento psiquiátrico grátis com algum profissional de plantão que nunca foi violentado...
O risco de nunca ter sido violentado é que  o Ser incorpora a violência dentro de sua estrutura psíquica como algo que faz parte de sua libido e consequentemente de sua vida e, sem questionar Nada, nem a Dor, continua violentando...
Violência também é passar o farol vermelho... é andar em alta velocidade, é usar a religião  com fanatismo desprezando a lei maior... a Lei da Natureza... que iguala todos os homens pelas diferenças.
Pense sobre isto... reflitam com profundidade (literalmente) dói mais o símbolo fálico perfurando e rasgando as entranhas de uma criança no momento da violência, ou a lembrança do ato grotesco e brutal...
“Pimenta no cú dos outros é refresco...”

Léo s. bella

Menina mãe



Menina mãe

Moça bonita
Menina nova
Pensamento vulnerável
Doce inocência que exorbita os hormônios
Alheia e dona de si
Idéias próprias
Razão rasa formulada
Protesto a dependência
Dona da liberdade

Corpo adulto mente criança
Adolescência à luz
Amor aflora e o corpo explora
Ficar, acontece
Juventude sem tino
Amizade colorida
Entrega  à cópula
Jaz o sexo sem senso
Sexo insano

Amor sem ternura
No engano o príncipe engana
Encanto se desfaz
O sapo surge sagaz
Princesa desencanta
Na guinada, o desatino, tudo se transforma
Agora feita a escolha, o livre arbítrio cobra
Na triste estória, aqui agora, és a Mãe menina

Enrolada em seu ventre, um novo ser
No desamparo, menina banida
Casa sem teto, vida sem projeto
O tempo escuro, solidão aperta
Um choro desperta
E agora o que fazer?
Chorar, sorrir...

A boneca a qual brincava, não é a mesma
Foi mais rápida do que o tempo
Agora é real, a brincadeira acabou
Traz agora nas mãos, o filho
Basta amá-lo


Léa



Carta de agradecimento


Olá meu amigo Léo! Primeiramente quero lhe agradecer seu convite que me pegou de surpresa em frações de segundos, sem espaço para refletir no sim ou no não, e nada de tempo de 24h para dizer minha decisão quanto ao seu convite deu está aqui nesse blog, do qual, você criou com tanto carinho para expor nossas idéias, conhecimentos e partilhar com os caros leitores internautas. Portanto, estou aqui de encontro e de frente a realidade da vida, no improviso das escritas e na inspiração que posso ainda arrancar da minha espontaneidade e criatividade, que se estabelece como se fosse uma brasa branda.
Assim cá estou, no arrisco dos riscos e rabiscos, nos traços e rascunhos, formando o sentido para os signos da linguagem se formar em palavras e frases, não apenas como num sentido simbólico; como uma colcha de retalho bonita, mas que amplia para o sentido aos admiradores deste blog a utilidade de usá-la, ou seja, de aproveitar todas as essências e conteúdos manifestos, nos momentos frios para acolher e aquecer, nos momentos quentes para admirá-la na intimidade, nos tempos sombrios e medos, para servir como refúgio e proteção. No momento de segurança refletir e concentrar as emoções e a mente para a abertura de possibilidades. Pretendo fazer deste espaço um regalo como um lugar seguro, pois aqui existem duas pessoas para escutar e auxiliar nas idéias de modo compreensivo e na subjetividade da cada leitor. Talvez possa existir crítica de o leitor dizer “isso é papo genérico”, longe desta intenção, farei o melhor ao me alcance da originalidade.
É de suma importância despojar ao leitor de alguma forma não estará sozinho em seus conflitos sem amparo. É promissor o contorto dando à luz as possibilidades, de você perceber suas próprias capacidades, responsabilidades de valorizar ou construir seu Ser autêntico.
Bom, estou aqui aos risos de alegria com minha parceria com meu bom amigo Léo, pois sou marinheira de primeira viagem nesta modernidade virtual. Quero deixar bem visto, sou uma pessoa bem simples, e dentro desta simplicidade revelo não ser uma escritora, sem técnicas para produzir textos objetivos e formais. Apenas sou uma pessoa admiradora de obras literárias, por sinal, me distanciei um pouco, devido outras prioridades que escolhi em minha, nas escapulidas, encontrei o acervo virtual do meu amigo Léo, que hoje aprecio muito seus pensamentos reflexivos que só contribui na minha dinâmica de vida.
Declaro que estou aqui mais como aprendiz, no jogo dramático que me protagonizo como autora, exprimindo minhas próprias vivências do cotidiano, descortinado o palco da vida e como ela se movimento e faz tão presente para minha evolução. Faço também uma ressalva (risos), prometo neste aprendizado aprimorar a exposição de meus pensamentos, sem rodeios e floreados, pois é escrevendo que se aprende escrever.
Desejo boas-vindas a todos os leitores e junto estendo o convite de vocês também participarem partilhando um pouco de vocês.
Você faz a diferença para nosso blog!

Léa


domingo, 8 de maio de 2011

A força de uma vontade...pode não ser nada, mas também pode ser vital para a vida existir.



Eu caminhei durante horas hoje em busca de encontrar um igual, um par, alguém que estivesse em sintonia com o que eu chamo de vida...
Não sei se encontrei, mas com certeza posso dizer que encontrei muitas pessoas perambulando pelos caminhos como se fossem zumbis, importando-se apenas com seus corpos e seus bens e quase nada com suas energias ou espíritos.
 A doença que se instala pela ausência de proteção energética é a que mata com maior rapidez.
Assim, como o desamor, que não é falta de amor, mas sim um amor invertido que foi plantado e regado com todas as regalias de uma vida feliz e prospera.
Prosperidade sem austeridade, sem disciplina não combina... é com se uma melancia nascesse em um pé de roseira... ou como se fosse possível colher bananas nascidas  de um pé de alface... Mas as pessoas não se preocupam e sempre se ocupam para esquecer que precisam viver para lembrar que cada detalhe da vida que se vive é importante para que possa sobreviver dentro de si a vontade de perseverar em busca de um novo dia...
Neste exato momento procuro me socorrer da sabedoria de minha amiga Léa e perguntar:
Até que ponto se pode viver sem estar comprometido com a própria vida?
 Até que ponto as verdades individuais são importantes para a vida coletiva ou social, e até quando teremos que viver, viver, e viver, e esperar ser reconhecido pelo tipo de morte que venhamos ter...
Muitas perguntas minha querida, mas perguntas que precisam serem respondidas com a mesma presteza e cuidado que uma mãe responde ao filho quando ele pergunta você casou por amor ou esta casada por amor?
Sem querer coloca-la numa saia justa, mas objetivando uma resposta simples e direta, quero entender o lado feminino do casamento onde a mulher que se obriga a ser machista e comandar toda estrutura familiar para que a família seja o conteúdo de um Lar...
Esta é uma questão profunda, muita mais profunda do que possa parecer, mas de vital importância seu entendimento, senão de uma resposta mas de seu entendimento, porque a humanidade ainda esta engatinhando em termos de relacionamento, pois a cada ano que passa novas facetas são descobertas, e novos rumos eles adotam.

Léo s. bella.


Se você tem uma pergunta insana, ou de resposta complicada , arrisque-se a perguntar.

Minhas boas vindas!!!



Quando você estiver procurando seu espaço e não lhe for possível localizar um que caiba você e todas as suas preocupações, lembre-se de desnudar-se antes de tentar ter um canto exclusivamente seu.
Cada coisa em seu canto e com certeza cada canto pode conter muitas coisas, mas isto não significa que sejam coisas suas, nem que estas coisas estejam fazendo bem à você.
Lembre-se você não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, da mesma forma os lugares não podem conter duas coisas ao mesmo tempo. Imagine-se fazendo sexo e o filho nascendo; tudo no mesmo lugar ao mesmo tempo.
Então creia, por mais simplista que possa parecer o simples é ser simples, pois mesmo sendo simples muitos mistérios se fazem à revelia.
Uma menina de 13 anos é uma criança no meio da segunda infância e não um objeto sexual que possa ser desejado...pois além da pedofilia ser crime, quem incorre neste crime merece a pior das penas...e a pior das penas pé muito pior do que um câncer na garganta.
Mas, o homem irracional que vive dentro de cada ser humano (homem ou mulher) muitas vezes se deixa levar pelo feromôneo e provocam a vida , incitando sexualmente um  romance e o nascimento de um rebento...
Não quero falar sobre o crime cometido mas sobre o ato... sobre um momento sublime para o qual a adolescente não esta preparada...
Daí, se nós virarmos nossas caras para o outro lado, porque o rebento não precisou de nossa porra pra nascer, o que julgamos vida não estará existindo plenamente e o que chamamos de Deus não tem sentido algum ou função nesta vida.
Neste dia das Mães, quero dar as boas vindas a todos neste novo Blog que visa transferir palavras verdadeiras pela internet e, não apenas uma ideia.
Quero  antecipadamente agradecer a  Léa C.de O Prudente, pela delicadeza de ter aceitado meu convite (à força-eheheh) para tocarmos este Blog à quatro mãos.
Neste Blog não vou falar sobre psicografias, mas podem ter certeza que vou falar profundamente à suas Almas, com a finalidade de espantarem educarem seus demônios.


Léo s. bella