Pós- modernidade!!!!
Que tempo é este?
Que espaço é este?
Quais os traços, quais os laços...e, com quantas tintas se preenche o espaço branco e imaculado que o homem traz ao vir o mundo?
Não são artistas apenas que pintam neste espaço... são putas, meretrizes homens sem diretrizes, diretrizes sem nexo, mulheres sedentas de sexo, artistas, médicos, economistas, crianças consumistas, enfim seres humanos que induzem à Fé, quem nunca foi descrente, ou sempre esteve ausente,ou, doente.
Entenda que para viver além do que se sabe, é preciso não ter sabedoria, nem idade, ou seja, qualquer mentira serve de pano de palco para o artista dar realidade à peça que vive.
Então pós-moderno talvez não seja um tempo, mas um terno... ou o eterno traço de um abraço que aconteceu e agora flutua num vazio, sustentado pela saudade e lembrança enquanto a primeira pá de cal cobre a urna...
Ao pé da letra, pós–moderno talvez queira designar o que se foi pelo que se viveu e porque se lutou e se partiu...
A modernidade entretanto pode não ser dolorosa, mas o “pós”, que é uma releitura fria do que se viveu...pode estar além do que se foi ...E, na saudade viver o que nunca foi possível ser vivido.
O que importa é que nunca houve e,tampouco haverá um ante-moderno, pela complexidade da linguística ou mesmo pela impossibilidade de viver o amanhã antes do hoje, ainda que se inverta tudo na vida, o tempo tem um sentido único, e uma única direção...
Esta mão de única via é que torna enfática a frase “ sempre haverá um amanha”, ainda que ele não possa haver.
Então sempre haverá de existir em primeiro plano uma união para poder existir uma separação, pois nunca se separa o que nunca foi unido.
Reflita, se for possível e mostre a si o verdadeiro sentido de sua vida se for capaz...
Léo s. bella
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