Léa, vamos ao trabalho, falar do que importa, porque existe uma porta que separa o novo do antigo, o futuro do passado e que nunca será aberta para quem a ultrapassou...
Morrer... definitivamente não é morrer de rir, nem morrer de comer, nem morrer de esperar... mas objetivamente é apenas e simplesmente morrer, se tornar inerte para a vida... é ausentar-se definitivamente do corpo físico...
Pensando nisto e desta forma, acho que é preciso entender quem nos faz morrer de rir, para depois nos deixar morrer pelos cantos ... caído, muitas vezes em plena rua, sem assistência e sem ter ao lado sequer uma mão para estender um pano por cima...
Não estou transformando este texto, numa estória trágica, nem o meu objetivo é sensibilizar você para solidarizar-se com quem não conhece... meu objetivo é simples... talvez muito mis simples do que você possa imaginar...
Mães grávidas, o cigarro as matará de enfisema pulmonar, porém, este feto que você carrega tem todas as chances de morrer de câncer... mas antes vai sofrer muito... talvez quando tiver entendendo o que seja vida já não tenha saúde para continuar vivendo.
Mas eu sei que é difícil mesmo, porque dentro do egocentrismo que as pessoas vivem elas são imediatistas e não sabem (nem querem saber) que a vida é feita de um passo após o outro, como uma construção se faz de tijolo a tijolo.
O mesmo argumento que a Mãe usa para não parar de fumar o Pai que abusa sexualmente do filho , também usa... Ele acha que o filho é propriedade dele e que o tempo cura tudo....
Será??????
Será que o tempo cura tudo? Até quando os pais continuarão cometendo o incesto? Até quando será preciso punir com cadeia este desequilibrados?
Será que o tempo cura tudo? Até quando os pais continuarão cometendo o incesto? Até quando será preciso punir com cadeia este desequilibrados?
Pelo jeito é um bom negocio abusar do filho porque de alguma forma ele consegue um tratamento psiquiátrico grátis com algum profissional de plantão que nunca foi violentado...
O risco de nunca ter sido violentado é que o Ser incorpora a violência dentro de sua estrutura psíquica como algo que faz parte de sua libido e consequentemente de sua vida e, sem questionar Nada, nem a Dor, continua violentando...
Violência também é passar o farol vermelho... é andar em alta velocidade, é usar a religião com fanatismo desprezando a lei maior... a Lei da Natureza... que iguala todos os homens pelas diferenças.
Pense sobre isto... reflitam com profundidade (literalmente) dói mais o símbolo fálico perfurando e rasgando as entranhas de uma criança no momento da violência, ou a lembrança do ato grotesco e brutal...
“Pimenta no cú dos outros é refresco...”
Léo s. bella
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